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São cinco homens para uma cadeira – a de presidente da FIFA. Após uma longa série de escândalos que abalou o organismo máximo do futebol mundial, é caso para dizer que a maior tarefa de quem ganhar as eleições do próximo dia 26 é simples: devolver a credibilidade ao jogo.
O vencedor tornar-se-á no nono presidente eleito do organismo e é caso para dizer que, mais do que nunca, o futebol precisa de um ‘número 9’ que marque golos contra a corrupção e tudo o mais que nos últimos anos abalou a fé dos adeptos e espoletou uma fuga de patrocinadores.
Dois na frente
Na contagem de espingardas, Infantino e Salman Bin Khalifa estão na linha da frente. O suíço parece arrecadar os votos da Europa, das Américas e ser ainda capaz de ir buscar apoios a África. O príncipe do Bahrain conta com apoios asiáticos e africanos, restando saber se serão suficientes para fazer dele o primeiro não europeu depois de João Havelange na presidência da FIFA.
Um e outro, contudo, terão de ultrapassar, posteriormente, a barreira da desconfiança que hoje separa as diferentes confederações. Um e outro, no entanto, sabem que o organismo corre risco de morte se não se transformarem num 9 à moda antiga que marque golos contra a corrupção.
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