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Antigo jogador, hoje com 44 anos, lamenta não ter estado no grupo que venceu a Liga dos Campeões
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Record - Quando jogava no FC Porto aconteceu algo que não é comum nas equipas grandes em Portugal. Foi trocado pelo Ricardo Fernandes e mudou-se para o Sporting. Como é que foi esse negócio?
Clayton - Depois de ganharmos a Taça UEFA comecei a época como titular, mas tive uma lesão e fiquei afastado durante três meses. Quando voltei a equipa estava em grande forma e não tive espaço para entrar. Estava a jogar muito pouco e o Sporting fez uma proposta. José Mourinho disse-me que poderia sair se quisesse, mas deu-me a garantia que tinha lugar no plantel do FC Porto. Queria mudar de ares, porque vi que tinha pouco espaço. Como o Sporting já me tinha pretendido no passado, acabei por aceitar e fui para Lisboa, voltando a trabalhar com o Fernando Santos. Infelizmente, não consegui jogar com regularidade. Não foi uma experiência feliz, mas não critico nada do que aconteceu. Simplesmente não fui feliz. Não ganhámos nada e joguei pouco. Se pudesse voltar atrás não iria para o Sporting, porque acabei por não estar no grupo que venceu a Liga dos Campeões.
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- Sentiu diferenças entre jogar no Estádio do Dragão ou em Alvalade?
- Não. São ambas grandes equipas. Considero que a claque do FC Porto é mais exigente, mas isso não significa que a claque do Sporting também não seja. Até porque fizeram aquilo em Alcochete. O ambiente é diferente porque um é verde e outro é azul. Atualmente sou portista. Quando joga o FC Porto estou a torcer para que ganhe, mas tenho de dizer que a envolvência de jogar em Alvalade é igual à de jogar no Porto. A exigência é máxima e a pressão para ganhar é igual.
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