Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Acabou por assinar com o Southampton onde teve uma experiência negativa com o treinador Glenn Hoddle
Seguir Autor:
Luís Boa Morte recorda todos os passos da carreira em conversa com Record
Luís Boa Morte começou a jogar menos no Arsenal, fruto da concorrência, mas sempre manteve uma relação cordial com Arsène Wenger que nunca deixou de apoiá-lo. "Creio que se sentia responsável por todos nós pois trazia jogadores muito jovens para o clube. Lembro-me de só o ter visto irritado uma vez após uma derrota com o Derby County em que estávamos a ganhar ao intervalo e depois acabámos por perder", recorda o antigo jogador que queria jogar mais e recebeu ofertas do Bordéus e Saint-Étienne: "O Wenger disse-me para optar pelo Saint-Étienne pois ia emprestado e podia voltar, já o Bordéus era em definitivo. Entretanto, apareceu o Southampton e mudei-me para lá pois podia continuar em Inglaterra e assinei por cinco anos".
Relacionadas
Fui no sul de Inglaterra que Luís Boa Morte conheceu a primeira parte negativa do futebol pois quando Glenn Hoddle assumiu o comando técnico deixou de jogar. "Estava tudo a correr na primeira fase da época, até a nível de seleção pois o Jesualdo Ferreira chegou a técnico dos sub-21 e começou a chamar o grupo dos sub-20 onde eu estava. Entretanto, chegou o Glenn Hoddle e deixei de jogar, nunca perguntei porquê, pois sempre respeitei a decisão dos treinadores, e esperei pela próxima pré-época. Aí, após não ter sido utilizado nos jogos de pré-época falei com ele e disse-me que não contava comigo...", lembra o antigo internacional português que, entretanto, também já tinha visto esfumar-se a hipótese de voltar ao Sporting: "Lembro-me que fui a Alvalade buscar uns bilhetes para a Taça de Portugal e o Luís Duque disse-me que estava interessado no meu regresso. Ele falou logo com o meu empresário, à minha frente, e depois nada... Ainda estou à espera do Luís Duque que me enganou".
Entretanto, a prioridade passava por encontrar novo clube e as inscrições em todos os clubes da Premier League já estavam fechadas. Preocupado, Luís Boa Morte ligou a Wenger que não o deixou cair e abriu-lhe a possibilidade de jogar no Fulham. "Ligou ao Tigana que estava a treinar o Fulham e pediu-lhe que me observasse. Fui com a equipa fazer um estágio em França, a acabei por ficar lá mesmo a disputar o Championship. Foram seis anos e meio", sublinha.
Antiga atleta conta-nos episódios marcantes da sua carreira
Antiga atleta foi três vezes campeã mundial de estrada
Antiga atleta recorda a Record episódios marcantes da sua carreira
Acabou carreira aos 46 anos, depois de contrair hepatite no Ultramar
Antigo internacional colombiano estudou medicina dentária antes de ser jogador de futebol
Homem terá amealhado, ao longo de cinco anos, mais de 14 milhões de euros em receitas
Polícia tem aconselhado os clubes a fazerem alterações por causa do duelo das águias com o Moreirense
Situação inusitada acontece já esta sexta-feira com a receção do Den Bosch ao ADO Den Haag, da 2.ª divisão