Onze à prova de terramoto

Tendo por base os minutos de utilização, este foi o onze-base do tricampeão; Júlio César, Mitroglou, André Almeida, Samaris, Jardel e Lindelöf (em cima); Gaitán, Renato Sanches, Eliseu, Jonas e Pizzi (em baixo)

O Benfica que se sagrou tricampeão foi uma equipa à prova de terramoto, tal o números de lesões e problemas que Rui Vitória teve de resolver. A defesa foi o sector mais atingido, mas o técnico reagiu de forma positiva. "A minha preocupação é, três em três dias, estar a jogar, preparar a equipa o melhor possível, estudar o adversário e arranjar soluções, sem fazer disto um drama", chegou a dizer.

Obrigado a preparar a temporada numa digressão à América do Norte, Rui Vitória começou por surpreender colocando Nélson Semedo no flanco direito da defesa. O camisola 50 já era dono do lugar, quando se lesionou, na primeira chamada à Seleção. O técnico experimentou Clésio, antes de apostar em definitivo em André Almeida.

Depois, foi Luisão, que fraturou o antebraço esquerdo, abrindo as portas do onze a Lisandro López. O argentino também seria contagiado pelo ‘vírus das lesões’. Restava Lindelöf. O sueco respondeu à alturas das exigências. E quando só houve um central disponível Samaris cumpriu no Bessa.

Esta dança afetou, ainda, a baliza. Júlio César lesionou-se na véspera do dérbi de Alvalade. Ederson avançou para a baliza. O Benfica ganhou o jogo, saltando para a liderança, e um guarda-redes.

No meio-campo, Vitória testou algumas soluções, com Pizzi no miolo. O equilíbrio seria encontrado com o 21 à direita e Renato Sanches e Fejsa ao meio.

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