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Rendeu Figo ao intervalo de um jogo com o Cazaquistão disputado em Chaves...
Era uma noite quente e seca, típica do verão transmontano. O Estádio Municipal de Chaves estava engalanado para mais um jogo da Seleção Nacional, o segundo no recinto. O que ficou para a história do futebol português foi o facto de naquela noite de 20 de agosto de 2003 se ter registado a estreia de um jovem de 18 anos chamado Cristiano Ronaldo.
Quando rendeu Luís Figo ao intervalo desse jogo com o modesto Cazaquistão, certamente que nem o próprio Cristiano Ronaldo poderia imaginar que, dez anos depois, seria ele a desempenhar o papel de Figo – como figura maior do futebol português e um dos maiores no cenário mundial. Pode dizer-se que foram dez anos que passaram à velocidade da luz.
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Em agosto de 2003 a Seleção Nacional preparava o Euro’2004 e o selecionador, o brasileiro Luiz Felipe Scolari, aproveitava os jogos particulares para ir observando caras novas, na sua tarefa de reestruturar a equipa que estivera no Mundial de 2002. Nos jogos anteriores, Scolari já havia dado a primeira internacionalização a nomes como Hélder Postiga, Miguel, Deco ou Maniche, mas em Chaves as atenções viravam-se para o jovem prodígio que dias antes encantara sir Alex Ferguson na inauguração do novo Estádio Alvalade.
Nesses primeiros 45 minutos, Cristiano Ronaldo mostrou as suas habilidades com a bola, sempre em jogadas de velocidade, mas não impressionou. Para ganhar o seu espaço teve de continuar a crescer, como jogador, e impor-se à concorrência de Simão Sabrosa, titular até pleno Euro’2004, quando, finalmente, passou a ser aposta definitiva de Scolari – e todos os selecionadores que se lhe seguiram.
Década de recordes
Nesta década, Cristiano Ronaldo lançou as bases para uma carreira que está a fazer dele o melhor jogador de sempre na Seleção Nacional – por blasfemo que isso possa parecer quando por lá passaram nomes como Eusébio ou o já referido Figo. Aos 28 anos, o miúdo que deixou o Funchal para ir à conquista do Mundo é já o terceiro mais internacional e o terceiro melhor marcador da história de Seleção Nacional e em condições normais poderá chegar ao final do ano na segunda posição das duas tabelas.
Entre os vários feitos por si protagonizados está o facto de ser o único jogador português a marcar pelo menos um golo em cinco fases finais de grandes competições: 2 no Euro’2004; 1 no Mundial’2006; 1 no Euro’2008; 1 no Mundial’2010; e 3 no Euro’2012.
Ao fim de dez anos, Cristiano Ronaldo esteve em campo 7.929 minutos e dos 105 jogos disputados, 60 foram completos.
Os 9 minutos de glória de Bruno Vale
A história paralela à estreia de Cristiano Ronaldo na Seleção Nacional, a 23 de agosto de 2003, tem a ver com o guarda-redes Bruno Vale. Na altura, vivia-se em plena “guerra” entre Scolari e o FCPorto a propósito do afastamento de Vítor Baía da equipa nacional. Depois de muito ter ouvido elogiar o jovem Bruno Vale, Scolari decidiu chamá-lo e acabou por lhe dar a estreia, rendendo Ricardo a 9 minutos do fim do jogo com o Cazaquistão.
Em 2006, Bruno Vale estava na lista para o Mundial, mas uma lesão acabou por o afastar. Nunca mais jogou na Seleção.
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