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Portuenses triunfaram por 41-34 e podem fazer história na competição se venceram a final de Sub-16 masculinos
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Na primeira final do dia na 15.ª Festa do Basquetebol, a equipa de Sub-16 feminina do Porto bateu a anterior campeã Lisboa, por 41-34, e voltou a triunfar na prova cinco edições depois (a últma conquista tinha sido em 2015).
Trata-se do quarto título desta prova da AB Porto no escalão,que está agora a três troféus da líder Lisboa (sete).
No final do encontro, Mercedes Schneider, capitã de equipa, mostrou-se orgulhosa pelo feito. "O ano passado perdemos com Lisboa na final e agora foi a desforra", começou por referir a Record, dizendo ser "bastante difícil" transmitir o que sente. "Acima de tudo muito orgulho pela equipa, lutámos até final. No início não estava a correr tão bem como queríamos, mas conseguimos gerir o nosso jogo e sair com a vitória", acrescentou.
Quanto à chave para o sucesso considerou ter estado na "comunicação, muita garra e acima de tudo falar muito na defesa".
Mercedes mostrou ainda confiança de que os Sub-16 masculinos vão vencer Lisboa na final e ajudar a AB Porto a fazer história, como a primeira a vencer as quatro finais de uma edição da Festa. "É uma pressão positiva. Há sempre pressão, mas eles estão à altura. Têm vindo a trabalhar muito bem, estão invencíveis e será mais um jogo. Acredito que vamos ser os quatro campeões", atirou, crente de que para o ano "é mais uma vitória".
Já Francisco Costa, que conseguiu a primeira conquista nesta Festa, destacou o "foco na partida" como chave do triunfo. "Entrámos demasiado apáticos e isso notava-se, porque fomos agressivos o torneio todo e ao intervalo tínhamos três faltas. Demonstra como estávamos a querer defender e deixar de jogar. Quando as miúdas acertaram as ideias, o resultado falou por si", frisou o técnico, que abordou ainda o facto de o Porto estar perto de um feito inédito.
"Mais do que fazer história é mais um passo importante no crescimento delas como atletas. Não devem ver isto como final de ciclo, mas sim como uma continuidade. É mais um passo bom para elas, porque vai ser difícil se calhar, na vertente feminina, voltar a ter um pavilhão com 1500 pessoas a vê-las jogar. Espero que saiam daqui bem agradadas e tenham desfrutado ao máximo disto", reforçou.
"ABP nunca joga para perder e as finais são para ganhar. Realçar ainda o bom trabalho que os clubes têm feito na ABP. Se conseguimos estar nas finais é por aquilo que elas trabalham o ano todo, acabamos por colher o fruto do trabalho dos clubes, por isso parabéns também a eles", referiu.
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