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O mandato de Kristi Noem enquanto secretária do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) chegou ao fim na quinta-feira. Noem foi demitida por Donald Trump depois de ter comparecido perante o Comité Judicial do Senado e de ter dado justificações sobre um contrato publicitário controverso, avaliado em 220 milhões de dólares, e no qual surge destacada em relação ao presidente norte-americano. Segundo a imprensa local, mesmo depois de Noem ter acumulado um histórico de controvérsias, esta foi a gota de água, levando várias pessoas influentes próximas de Trump a pedirem a sua demissão.
Noem ganhou notoriedade em 2019, quando era ainda governadora da Dakota do Sul. Esse destaque deveu-se, na altura, à sua resistência face à imposição de restrições sanitárias durante a pandemia da COVID-19 - contrariando, assim, as recomendações do governo de Joe Biden.
A confissão acabou por provocar indignação pública e críticas bipartidárias, especialmente por parte de ativistas de direitos dos animais, tendo algumas figuras públicas questionado a sua sensibilidade. Em resposta, Noem defendeu que, nas quintas, às vezes é preciso fazer "escolhas difíceis", mas ainda assim, não lhe foram poupadas críticas e Noem acabou por receber o rótulo de "assassina de cães".
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Por Sábado