Mil e cem milhões de euros. Este é o valor que os dirigentes do Lone Star e gestores do Novo Banco que participaram na aquisição e agora na venda do banco nascido da resolução do BES deverão embolsar, avança esta segunda-feira o Público.
O jornal refere que a alienação aos franceses do BPCE por 6,4 mil milhões de euros deverá gerar mais-valias de 2,2 mil milhões ao fundo norte-americano. Deste montante, metade será distribuído em bónus às principais figuras quer do fundo quer entre os gestores do banco.
Entre os gestores do Novo Banco que terão direito a bónus - após terem comprado participações numa sociedade de investimento indireta no banco - contam-se o antigo CEO, António Ramalho, Rui Fontes, Luísa Soares da Silva Matos, José Eduardo Bettencourt, Luís Ribeiro, Jorge Cardoso e Mark Bourke, que sucedeu a Ramalho na liderança da instituição.
John Grayken, o fundador e presidente não executivo do Lone Star, bem como Donald Quintin, CEO do fundo, deverão receber "centenas de milhões de euros".
António Ramalho, segundo o jornal, receberá entre sete a 10 milhões de euros.
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