Mais de 240 mulheres terão sido drogadas com diuréticos por um antigo diretor dos recursos humanos do Ministério da Cultura da França durante entrevistas de trabalho ao longo de vários anos, num caso que reacendeu o debate sobre “submissão química” no país depois do caso Gisèle Pelicot, a mulher que foi drogada durante anos pelo ex-marido para que outros homens a violassem.
As vítimas contam que, durante as entrevistas, Christian Nègre lhes oferecia cafés ou chás com um diurético potente, provocando uma necessidade urgente de urinar. Nègre, no entanto, prolongava as entrevistas durante horas, muitas vezes com longas caminhadas propostas por ele, sempre longe de locais com casas de banho. Algumas das vítimas sentiram-se mal, tiveram de urinar em público e outras chegaram mesmo a urinar na roupa.
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