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Redução de horário para 35 horas, semana de quatro dias, mais custos no despedimento: as contrapropostas da UGT

As propostas da central sindical liderada por Mário Mourão já foram entregues ao Governo.
• Foto: Miguel Baltazar

A negociação parte de perspetivas muito distantes, mas a UGT responde ao desafio do Governo para um eventual acordo com contrapropostas que passam pela redução do período normal de trabalho para 35 horas, pela facilitação da implementação da semana de quatro dias para trabalhadores com filhos, pelo aumento dos dias mínimos de férias para 25 ou pela reposição dos valores das compensações por despedimento que existiam antes do programa de ajustamento da troika.

Num documento chamado “Trabalho com direitos XXI”, numa alusão ao nome dado pelo Governo ao anteprojeto de julho (“Trabalho XXI”), a UGT começa por reiterar que “tem linhas vermelhas em matérias como o banco de horas, a contratação a termo, os despedimentos, o ‘outsourcing’, a transmissão de estabelecimento, o trabalho não declarado, a negociação coletiva, a greve ou a atividade sindical na empresa".

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Por Negócios
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