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O homem suspeito do ataque desta terça-feira no Centro Ismaili em Lisboa, num presumível "ato isolado", é beneficiário do estatuto de proteção internacional e não era alvo de "qualquer sinalização" pelas autoridades, disse o ministro da Administração Interna.
"Tudo leva a crer que se trata de um ato isolado", afirmou José Luís Carneiro, acrescentando que as circunstâncias e as motivações do crime estão a ser alvo de investigação, e alertando para a necessidade de "evitar análises precipitadas".
O governante, que falava aos jornalistas em Lisboa, à entrada para uma reunião com autarcas da área metropolitana, indicou que o suspeito é "um homem relativamente jovem, com três filhos menores", e passou por um centro de refugiados na Grécia, onde a sua mulher morreu.
A deslocação da família para Portugal ocorreu ao abrigo da cooperação europeia e o homem tem permanecido no país "com uma vida bastante tranquila", beneficiando do apoio da comunidade ismaelita.
O ataque no Centro Ismaili, na Avenida Lusíada, fez duas vítimas mortais - duas mulheres na casa dos 20 e dos 40 anos que estavam no interior quando um homem entrou com uma faca.
O suspeito - que, segundo fonte policial, é afegão - acabou por ser atingido pela polícia, estando internado no Hospital de São José.
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