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A tutela norte-americana sobre a Venezuela pode estender-se por vários anos após o ataque ao país e captura do Presidente Nicolás Maduro, avisa Donald Trump, num momento em que os detalhes da intervenção norte-americana indicam que a transição de regime fica relegada para a última fase da intervenção dos Estados Unidos no país sul-americano.
Em entrevista ao New York Times, publicada nesta quinta-feira, o Presidente norte-americano afirma que “só o tempo dirá” por quanto tempo os Estados Unidos pretendem manter o controlo sobre os destinos da Venezuela. Questionado sobre se este poderá durar três meses, seis meses, um ano ou mais, Trump aponta para vários anos de intervenção. “Diria que muito mais”, responde ao diário norte-americano.
A entrevista é publicada após o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, ter detalhado junto dos membros do Senado norte-americano o que a Casa Branca define como um plano de três fases para a Venezuela. Num primeiro momento, estará a “estabilização”, de acordo com o responsável das relações externas. “Vamos retirar 30 a 50 milhões de barris de petróleo. Vamos vendê-los a preços de mercado e não com os descontos que a Venezuela tem tido. O dinheiro será gerido de forma a controlarmos como é distribuído para que beneficie a população da Venezuela, não a corrupção, não o regime”, explicou Rubio sobre essa primeira fase.
Já num segundo momento, a Administração de Donald Trump fala em “recuperação”, fase que prevê a abertura da Venezuela a novas petrolíferas dos Estados Unidos e de outros países e “reconciliação nacional”, com Rubio a explicar que só então se prevê a libertação de opositores do regime detidos ou o regresso destes ao país. E só depois disso está prevista uma fase de “transição”.
Na entrevista ao New York Times, Trump afirma que a sua Administração está “a dar-se muito bem” com o Governo da Presidente interina Delcy Rodriguez. “Estão a dar-nos tudo aquilo que sentimos que é necessário”, disse.
“Vamos reconstruir de uma maneira muito lucrativa”, juntou ainda o Presidente dos Estados Unidos. “Vamos usar o petróleo e vamos retirar o petróleo. Vamos baixar os preços do petróleo e vamos dar o dinheiro à Venezuela, que precisa dele desesperadamente”.
O acordo com as autoridades de Caracas prevê que o dinheiro devido à Venezuela seja usado para comprar produtos norte-americanos, de acordo com uma mensagem publicada por Trump nas redes sociais.
A Casa Branca ameaça com novas operações militares caso entenda que serão necessárias e mantém através de sanções impedida a saída de petroleiros do país, bloqueando a venda de crude com a apreensão de duas embarcações a ser anunciada nesta quarta-feira pelas autoridades norte-americanas.
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