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Donald Trump pressionou o presidente da Ucrânia antes da reunião desta segunda-feira na Casa Branca através nas redes sociais. O presidente dos Estados Unidos afirmou que a guerra pode acabar “quase imediatamente” se quisesse, para isso parece ser necessário que a Ucrânia desista de se juntar à NATO ou que recupere o território ocupado da Crimeia.
Domingo à noite Trump utilizou a sua plataforma Truth Social para partilhar que “o presidente Zelensky, da Ucrânia, pode acabar com a guerra com a Rússia quase imediatamente, se quiseres, ou pode continuar a lutar”.
“Não há como Obama devolver a Crimeia (há doze anos, sem dispararem um tiro!), e a Ucrânia não pode entrar na NATO. Algumas coisas nunca mudam”, continuou.
Esta segunda-feira Zelensky e outros líderes europeus, assim como o secretário-geral da NATO, vão deslocar-se até Washington para reunirem com o presidente norte-americano e discutirem uma solução para a guerra na Ucrânia, três dias depois de o presidente americano ter recebido o homólogo russo. Apenas um minuto depois de publicar a sua opinião sobre as cedências que os ucranianos deveriam fazer, Trump afirmou que seria uma “grande honra” receber tantos líderes europeus ao mesmo tempo.
As declarações do republicano podem ser um sinal de alerta para os europeus, que se deslocam em número para evitar o clima de tensão e acusações que se viveu na última reunião, em fevereiro, entre Trump e Zelensky na Sala Oval da Casa Branca. Na altura o norte-americano afirmou: “Você não está numa boa posição. Não tem as cartas certas agora”.
Zelensky já está nos Estados Unidos e considerou estar “grato” pelo convite. “Todos queremos igualmente acabar com esta guerra de forma rápida e confiável. Espero que as nossas forças compartilhadas com os Estados Unidos e os nossos amigos europeus levem a Rússia a uma paz real”, escreveu no Telegram.
Esta segunda-feira Trump vai reunir-se primeiro com Zelensky, pelas 17h15 horário de Lisboa, e depois os restantes líderes juntar-se-ão pelas 19h00.
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