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Italica Grondona recuperou quase sem terapêutica, dizem os médicos que a acompanharam. O seu caso vai ser estudado visto que é a primeira paciente do novo coronavírus que também pode ter superado a gripe espanhola.
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Italica Grondona é, por estes dias, um dos maiores símbolos de esperança em Itália que luta contra a pandemia de covid-19, que este domingo matou mais 756 pessoas. Com 102 anos, esta habitante de Génova recuperou da infeção provocada pelo novo coronavírus e, depois de mais de 20 dias de internamento, teve alta hospitalar e encontra-se agora num lar. Vera Sicbaldi, a médica que acompanhou a "avó Lina" no hospital San Martino, conta que a idosa foi batipzada como uma alcunha à altura da sua recuperação, que "representa a esperança para todos os idosos que estão a enfrentar esta pandemia". "Chamámos-lhe Highlander, a imortal", confidenciou à CNN. Italica deu entrada no hospital no ínicio deste mês com ligeiros problemas cardíacos, tendo a equipa médica percebido que apresentava também ligeiros sintomas de covid-19. Foi testada e o diagnóstico confirmou-se, mas os médicos garantem que a recuperação foi feita "praticamente pela idosa, sem terapêutica". A equipa que acompanhou Italica recolhou amostras biológicas da paciente pois trata-se da "primeira doente deste novo virus que pode ter superado, também, a gripe espanhola, uma vez que nasceu em 1917". À estação televisiva norte-americana, Renato Villa Grondona, sobrinho de Italica, diz que a idosa "sofreu muito" - perdeu o filho único há muitos anos -, "mas ama a vida". Gosta de dançar, de música, principalmente Freddy Mercury, e de Valentino Rossi. A superação de Grondona foi celebrada pelo presidente da região da Liguria, Giovanni Toti, que ligou para Italica. "É um símbolo de esperança. É também um exemplo de como todos são tratados, independentemente da idade", disse o governante numa publicação no Facebook, sublinhando: "deu-me uma força incrível".
Vera Sicbaldi, a médica que acompanhou a "avó Lina" no hospital San Martino, conta que a idosa foi batipzada como uma alcunha à altura da sua recuperação, que "representa a esperança para todos os idosos que estão a enfrentar esta pandemia". "Chamámos-lhe Highlander, a imortal", confidenciou à CNN.
Italica deu entrada no hospital no ínicio deste mês com ligeiros problemas cardíacos, tendo a equipa médica percebido que apresentava também ligeiros sintomas de covid-19. Foi testada e o diagnóstico confirmou-se, mas os médicos garantem que a recuperação foi feita "praticamente pela idosa, sem terapêutica". A equipa que acompanhou Italica recolhou amostras biológicas da paciente pois trata-se da "primeira doente deste novo virus que pode ter superado, também, a gripe espanhola, uma vez que nasceu em 1917".
À estação televisiva norte-americana, Renato Villa Grondona, sobrinho de Italica, diz que a idosa "sofreu muito" - perdeu o filho único há muitos anos -, "mas ama a vida". Gosta de dançar, de música, principalmente Freddy Mercury, e de Valentino Rossi.
A superação de Grondona foi celebrada pelo presidente da região da Liguria, Giovanni Toti, que ligou para Italica. "É um símbolo de esperança. É também um exemplo de como todos são tratados, independentemente da idade", disse o governante numa publicação no Facebook, sublinhando: "deu-me uma força incrível".
Vera Sicbaldi, a médica que acompanhou a "avó Lina" no hospital San Martino, conta que a idosa foi batipzada como uma alcunha à altura da sua recuperação, que "representa a esperança para todos os idosos que estão a enfrentar esta pandemia". "Chamámos-lhe Highlander, a imortal", confidenciou à CNN.
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