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A pandemia baixou as vendas de livros. O que cresceu foi o mercado de cervejas, vinho, azeitonas e batatas fritas. Porquê?
A Associação Espanhola de Supermercados, que reúne 19.100 estabelecimentos, promoveu (com a empresa Gelt) um estudo sobre as alterações de consumo desde que foi decretado o estado de emergência e as conclusões são claras. Enquanto a procura por papel higiénico, que foi a grande loucura de meados de março, estabilizou, disparou na última semana a venda de snacks e bebidas alcoólicas: as cervejas registaram um aumento de 77,65%, seguidas de vinhos, que subiram 62,7%, e outras bebidas (dos vermutes e forticados aos destilados com whisky e vodca), com mais 36,5% – os valores equiparam-se aos da época natalícia, tradicionalmente a mais forte no comércio destes produtos. As guloseimas acompanham: também cresceu a venda de azeitonas, chocolate, batatas fritas e outros snacks de pacote.
Ministra da Presidência anuncia que situação de alerta devido à pandemia vai manter-se até ao final de julho
Média diária de novos casos no país desceu de 2.380 por milhão de habitantes há duas semanas para 1.560 à data de hoje
No que toca às novas mortes diárias atribuídas à covid-19, o nosso país mantém a maior média da União Europeia (3,68)
Regime entra em vigor a partir do dia 24 de maio e prolonga-se até ao dia 30 de junho
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Rute Cardoso contribuiu com o seu testemunho para a biografia oficial do internacional português que vai ser lançada no dia 9
Nervos estiveram à flor da pele durante a cobrança dos penáltis, que viria a determinar o vencedor da partida