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A dona da SIC está a reagir em queda à saída da apresentadora para a rival TVI
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As ações da Impresa estão a negociar em terreno negativo na bolsa à novidade anunciada na sexta-feira após o fecho da sessão de que Cristina Ferreira trocou a SIC pela TVI.
Os títulos recuam 4,01% para 0,1315 euros, com perto de 75 mil ações transacionadas na primeira hora de negociação, o que compara com a média diária dos últimos seis meses de 248 mil títulos transacionados.
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A descida das ações para mínimos de 2 de junho eleva as perdas de 2020 para 37,38% e reduz a capitalização bolsista da cotada liderada por Francisco Pedro Balsemão para 22,1 milhões de euros.
A contratação de Cristina Ferreira há menos de dois anos ajudou a Impresa a valorizar na bolsa, já que a SIC roubou a liderança nas audiências à TVI pouco depois da contratação da apresentadora.
As ações da Impresa dispararam 54% em 2019 depois de terem recuado mais de 60% no ano anterior.
Agora inverte-se a tendência, com os investidores a anteciparem que o efeito "Cristina Ferreira" pode ter impacto nas audiências da TVI.
A apresentadora assume o cargo de Diretora de Entretenimento e Ficção da TVI e manifestou a intenção de comprar uma participação na Media Capital, companhia que controla o canal televisivo.
A SIC emitiu um comunicado a anunciar que "reserva todos os seus direitos em face desta situação". O Expresso, que também é controlado pela Impresa, avançou que a SIC pode pedir uma indemnização de até 4 milhões de euros pela quebra do contrato que tinha com Cristina Ferreira até 30 de novembro de 2022.
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