Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Seguir Autor:
As imagens da agressão de Will Smith a Chris Rock são, provavelmente, as mais virais de 2022 no que diz respeito ao mundo cor de rosa. E o ano ainda nem vai a meio...
Mas na mente de todos está uma questão - foi tudo real ou houve simulação? Para tirar todas as dúvidas, nada como contar com um verdadeiro especialista. Rui Mergulhão Mendes é analista do comportamento e Especialista de Linguagem Corporal e Deteção da Credibilidade de Informação e explicou-nos tudo.
Um trabalho desenvolvido em 5 momentos e que pode consultar na íntegra aqui, no Facebook da Emotional Business Academy, a primeira Braintech Portuguesa que se dedica à elaboração e ao treino de programas inovadores concebidos para o desenvolvimento humano tanto a nível pessoal como profissional.
Will Smith x Chris Rock [Cenário verdadeiro ou simulado?]
Momento 001:
Will Smith caminha de forma assertiva, sem hesitações. Posiciona-se para a agressão, parte inferior do corpo roda no momento do embate, evidenciando contacto agressivo. A sua postura corporal é designada de Pré Assalto, com cabeça baixa em relação ao seu opositor. Se estivéssemos perante uma agressão combinada, provavelmente alinharia a sua cabeça com Chris Rock, mas tal não aconteceu.
Chris Rock mostra um posicionamento oposto à recetividade para uma agressão (mesmo que combinada), com o dorso inclinado para a frente e braços cruzados atrás das costas numa posição de vulnerabilidade. Caso estivesse preparado para receber uma agressão (combinada), a sua postura corporal seria inconscientemente de defesa com um corpo mais projetado para trás, bem firme no chão e com mãos a ladear o corpo para estabilizar o embate, ao contrário de um corpo inclinado para a frente, mais vulnerável.
Astronautas de regresso mais de 50 anos depois
Investigação a Joe Berardo revelou quem estavamdisponível para perdoar mais de metade da dívida de mil milhões
Tem-se destacado na cobertura do conflito, com emissão predominantemente baseada no acompanhamento e análise dos movimentos militares e das implicações económicas da disputa.
O share médio diário da CMTV em março foi de 5,7%, acima de 125 mil e 500 espectadores a cada minuto do dia.
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Nervos estiveram à flor da pele durante a cobrança dos penáltis, que viria a determinar o vencedor da partida
Adeptos locais assobiaram também o hino egípcio