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A célula da Al-Qaeda no Iraque, liderada pelo jordano Abu Mussab Al-Zarkawi, reivindicou ontem, num comunicado publicado na Internet, a autoria do triplo atentado ocorrido quarta-feira, em Amã, capital da Jordânia.
Os actos terroristas, que ocorreram em três hotéis de luxo da cidade – habitualmente frequentados por diplomatas e turistas europeus, norte-americanos e israelitas – foram provocados por bombistas-suicidas e pela explosão de um carro armadilhado, causando, pelo menos, 57 mortos e cerca de 115 feridos.
Solidariedade
A comunidade internacional condenou o triplo atentado, multiplicando-se em mensagens de solidariedade para com a Jordânia e as famílias das vítimas.
Em comunicado, o Alto Representante da União Europeia para a Política Externa, o espanhol Javier Solana, considerou “injustificável” a “devastação que a loucura terrorista provocou entre os inocentes”, enquanto o secretário-geral da NATO, Jaap de Hoop Scheffer, condenou “a destruição sem sentido” provocada pelos ataques.
O vice-primeiro-ministro da Jordânia, Marwan Moacher, afirmou desconhecer o número de estrangeiros mortos, sublinhando que a maioria das vítimas era de nacionalidade jordana.
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