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Líder do Executivo considerou que o "dia triste", pela primeira morte em Portugal de Covid-19. As medidas para combater a epidemia "têm que ser tomadas consoante as necessidades do dia-a-dia"
O primeiro-ministro, António Costa, explicou, esta segunda-feira, que as medidas para combater a Covid-19 "têm que ser tomadas consoante as necessidades do dia-a-dia". Em entrevista à SIC, assumiu que este foi "um dia triste", devido à morte da primeira pessoa em Portugal por infeção de coronavírus, e que tal demonstra que é preciso "dar tudo por tudo para salvar vidas".
"Temos encerrado estabelecimentos, como escolas, bares e discotecas, que pela aglomeração de pessoas aumentam o risco de contaminação", recordou o líder do Executivo, sublinhando ainda que houve medidas aplicadas aos próprios centros comerciais.
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"Nesta fase de contenção e mitigação, há uma enorme responsabilidade de todos nós, mas temos de manter a sociedade em movimento", frisou, acrescentando: "Vivemos numa sociedade democrática. O Governo deve intervir na margem daquilo que é estritamente essencial. Proibindo quando é necessário proibir ou obrigando quando é necessário obrigar". Costa lembrou também que "o estado de emergência não é decretado em Portugal desde o 25 de novembro de 1975". "É uma medida extraordinariamente grave porque implica a suspensão de um leque que pode ser muito vasto de liberdades, direitos e garantias", relembrou. Para o secretário-geral do PS, na verdade "as pessoas não têm bem a consciência do que é o estado de emergência". "Nós temos um quadro jurídico que nos permite ir escalando as medidas. Estamos em estado de alerta, da Proteção Civil, e temos um grau ainda superior, de calamidade, que nos permite instalar cercas sanitárias em torno de uma localidade em que haja um surto particularmente grave e que seja preciso confinar toda a população", defendeu. Durante a entrevista, Costa confessou ainda que, "a prazo", pode vir a acontecer ser preciso "ter meios legais para colocar empresas a trabalhar e fazer requisição civil".
"Nós temos um quadro jurídico que nos permite ir escalando as medidas. Estamos em estado de alerta, da Proteção Civil, e temos um grau ainda superior, de calamidade, que nos permite instalar cercas sanitárias em torno de uma localidade em que haja um surto particularmente grave e que seja preciso confinar toda a população", defendeu. Durante a entrevista, Costa confessou ainda que, "a prazo", pode vir a acontecer ser preciso "ter meios legais para colocar empresas a trabalhar e fazer requisição civil".
"Nós temos um quadro jurídico que nos permite ir escalando as medidas. Estamos em estado de alerta, da Proteção Civil, e temos um grau ainda superior, de calamidade, que nos permite instalar cercas sanitárias em torno de uma localidade em que haja um surto particularmente grave e que seja preciso confinar toda a população", defendeu. Durante a entrevista, Costa confessou ainda que, "a prazo", pode vir a acontecer ser preciso "ter meios legais para colocar empresas a trabalhar e fazer requisição civil".
O primeiro-ministro garantiu, igualmente, que, "até agora, não há carência de ventiladores" e que, caso tudo corra como o previsto, Portugal tem "capacidade para responder".
Portugal registou, esta segunda-feira, a primeira morte por Covid-19, um homem de 80 anos, com "várias patologias associadas" que estava internado há vários dias no Hospital de Santa Maria, em Lisboa. De acordo com a Direção Geral da Saúde, há 331 pessoas infetadas até hoje.
Dos casos confirmados, 192 estão a recuperar em casa e 139 estão internados, 18 dos quais em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI). O boletim da DGS assinala 2.908 casos suspeitos até hoje, dos quais 374 aguardavam resultado laboratorial. Das pessoas infetadas em Portugal, três recuperaram. Há 4.592 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde. Atualmente, existem 18 cadeias de transmissão ativas em Portugal, mais quatro do que no domingo.
O número de mortes relacionadas com o novo coronavírus excedeu os 7 mil em todo o mundo, após o anúncio pela Itália de 349 novos óbitos. Segundo a AFP, existem 175.530 casos de contaminação identificados em 145 países e territórios, desde o princípio da pandemia, em dezembro passado.
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