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No mês de sensibilização para o cancro do pulmão, Filipe Paixão conta na primeira pessoa como recebeu o diagnóstico e a importância de haver um rastreio
Fez 40 anos no passado dia 12 de outubro e há precisamente três anos - poucos dias antes do seu aniversário - recebeu um diagnóstico que julgava impossível para uma pessoa como ele. Filipe Paixão nunca fumou e achava que só os fumadores tinham cancro do pulmão. Estava enganado e quer sensibilizar outras pessoas como ele a estarem atentas - daí a razão deste testemunho. Até porque, quanto mais cedo for o diagnóstico, maiores são as possibilidades de sobrevivência. O informático, que vive em Fernão Ferro, e tem uma filha de 8 anos, tem desafiado as estatísticas, mas sabe que um tumor como o seu - que está no estadio mais avançado de todos - não tem bom prognóstico. Conta à 'Sábado' na primeira pessoa como tem sido viver com a doença, e mais recentemente enfrentar os efeitos secundários, e também fala da importância de se implementar o rastreio em Portugal.
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