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Julgamento prossegue no Juízo Central Criminal de Lisboa
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Adão Mendes foi esta sexta-feira ouvido no julgamento do 'caso dos emails', com os advogados Nuno Brandão, representante de Francisco J. Marques, e André Domingues, que defende Júlio Magalhães, a fazerem várias perguntas ao antigo observador da Federação e da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, nomeadamente sobre se era o Benfica que escolhia os árbitros e o que significava rezar bem.
"Quando comecei como árbitro recebia as convocatórias, que no final diziam que era confidencial até ao dia do jogo. Ou seja, nem aos meus fiscais de linha podia dizer onde íamos no fim de semana. Estava a referir-me a jogos de futebol. Os padres eram os árbitros e as missas eram os jogos. Ora, era injusto os fiscais de linha não saberem para onde é que iam e eu tinha que lhes dizer, apesar de ser confidencial. Então começou a haver esse código entre os árbitros. Por exemplo, perguntavam: domingo onde é que vais à missa? Às vezes perguntavam: sabes quem é o padre que vai fazer a missa a Braga. Em 1990 ainda se falava assim. Tenho muito respeito pelos padres, até vou à missa quase todos os dias", referiu Adão Mendes ao ser inquirido por André Domingues, que defende Júlio Magalhães.
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Ao ser questionado por Nuno Brandão sobre os conhecimentos que tinha sobre Manuel Mota e um processo que este tinha ganho respondeu: "Muitas vezes os árbitros recebem a decisão e só passado 4 ou 5 dias é que chegam à Comunicação Social. É natural, sendo o Manuel Mota da minha zona, que se falasse disso: olha o Mota ganhou o processo."
Já sobre o facto de no email dos padres e das missas ter pedido no final a Pedro Guerra para apagar tudo, em maiúsculas, respondeu: "Talvez por ingenuidade porque sei que isso não vale nada. O senhor Pedro Guerra com certeza não pensou: 'este gajo é burro, não serve de nada apagar os emails'."
Foi também perguntado a Adão Mendes se Manuel Mota é adepto do Benfica, ao que disse: "Acho que não, já se enganou várias vezes contra o Benfica". "Então se fosse do Benfica não se enganava?", insistiu Nuno Brandão. "Acho que nenhum árbitro se engana por ser adepto de um clube ou de outro", respondeu.
Já sobre a sua preferência clubística, o antigo observador da Federação e da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, esclareceu que não é o Benfica.
"Sou adepto do V. Guimarães. Até uma vez o Francisco J. Marques fez-me uma entrevista e eu disse que gostava tanto do V. Guimarães como do Sp. Braga mas também da Académica."
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