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Portugal vai ter mais dois satélites em órbita este ano. Os dois equipamentos que a CEiiA adquiriu deverão entrar no espaço no segundo trimestre
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O Centro de Engenharia e Desenvolvimento (CEiiA) comprou dois satélites para integrá-los no projeto ibérico Atlantic Constellation. O centro fundado por José Rui Felizardo pagou 18 milhões de dólares (15,4 milhões de euros, à taxa de câmbio atual) à Satellogic pelos dois dispositivos que vão orbitar no espaço.
De acordo com um comunicado da Satellogic, que vai construir os satélites, tratam-se de dois dispositivos de imagem NewSat Mark V, ambos de 50 centímetros. Estes dois aparelhos serão compostos por 85% de componentes europeus e deverão ser colocados em órbita durante o segundo trimestre de 2026, depois do centro português ter pedido rapidez na entrega.
“Portugal e a Atlantic Constellation representam uma abordagem inovadora para a inteligência espacial resiliente", destaca Emiliano Kargieman, CEO da Satellogic, citado na missiva, apontando que o centro vai "beneficiar das implementações de capacidades de observação da Terra mais rápidas do setor".
No mesmo comunicado, Jorge Cabral, diretor científico do Conselho de Administração do CEiiA, lembra que o centro está a liderar "o desenvolvimento de uma nova geração de constelações de satélites que respondem às necessidades combinadas dos mercados institucional, comercial e de defesa" e que o fornecimento destes dois equipamentos "representa mais um marco importante para a concretização da Atlantic Constellation".
A Atlantic Constellation vai somar um total de 16 satélites, entre portugueses e espanhóis, de observação da Terra em órbita, servindo para ter acesso a imagens de alta resolução para missões civis, ambientais, segurança e de defesa.
No ano passado, a Força Aérea Portuguesa anunciou a compra de um satélite radar de abertura sintética, com o objetivo de prever fenómenos meteorológicos e catástrofes naturais, mas também auxiliar em missões de salvamento ou para fins militares. Além de auxiliar este segmento das Forças Armadas, o satélite também fará parte da Atlantic Constellation.
Portugal tem intensificado os esforços no que requer ao espaço e à tecnologia espacial, estando prevista uma contribuição 204,8 milhões de euros para o orçamento da Agência Espacial Europeia entre 2026 e 2030, um aumento de 51% face ao valor fixado em 2022. Em entrevista ao Eco em abril do ano passado, o presidente da Agência Espacial Portuguesa, Ricardo Conde, admitia que "Portugal deu um passo pioneiro com a Atlantic Constellation", permitindo posicionar o país como "um pilar na Europa".
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