Certificados de aforro não reclamados rendem 2,9 milhões em 2023

A lei dita que os herdeiros têm um prazo de dez anos para reclamar a posse ou a liquidação dos certificados de aforro após a morte do investidor

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• Foto: Mariline Alves

Os herdeiros de certificados de aforro deixaram quase três milhões de euros nestes títulos de dívida por reclamar no ano passado. Quando passa uma década da morte do detentor dos certificados, e caso o valor não seja reclamado, este reverte a favor do Fundo de Regularização da Dívida Pública (FRDP).

De acordo com dados disponíveis no relatório anual do fundo, publicado pela Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP, o Estado ganhou cerca de 2,9 milhões de euros, no ano passado com certificados de aforro que não foram reclamados por herdeiros no fim do prazo legal de dez anos. Leia a notícia na íntegra no Negócios.

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