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Medida pode ser alargada a pessoas que tenham necessidades do ponto de vista social e económico
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A Câmara de Lisboa está "a estudar" a distribuição de máscaras reutilizáveis aos utilizadores dos transportes públicos e pessoas que tenham necessidades do ponto de vista social e económico, disse esta quinta-feira o presidente da autarquia, Fernando Medina.
"Estamos neste momento a estudar a distribuição de máscaras reutilizáveis, que é na nossa opinião o que faz sentido na fase que estamos a entrar, para utilizadores de transporte público e para situações de necessidade do ponto de vista social", afirmou Fernando Medina (PS), durante a reunião do executivo camarário que decorreu esta tarde por videoconferência.
Insistindo que caso essa distribuição avance será sempre de máscaras reutilizáveis, o presidente da Câmara de Lisboa salientou que um programa de distribuição massivo à cidade de máscaras não reutilizáveis nunca poderia ser feito porque o 'stock' que a autarquia dispõe "não tem essa dimensão, nem poderia ter dimensão para sustentar a cidade".
"Estaríamos a esgotar os próprios 'stocks' do Serviço Nacional de Saúde", acrescentou, lembrando que as recomendações das autoridades de saúde vão no sentido de que as máscaras não reutilizáveis, nomeadamente as cirúrgicas, sejam utilizadas por um período máximo de quatro horas.
Ou seja, continuou, cada pessoa necessitaria de duas máscaras por dia, o que esgotaria o 'stock' da Câmara de Lisboa em apenas 24 horas e para uma utilização generalizada na cidade durante uma semana seriam necessárias sete milhões de máscaras.
Fernando Medina referiu ainda que a autarquia está também a estudar soluções para colocar dispensadores de gel desinfetante dentro dos autocarros da Carris.
Ainda relativamente aos transportes públicos, o presidente da Câmara de Lisboa adiantou que defendeu junto do Governo que os utilizadores devem utilizar obrigatoriamente máscaras, apontando que, além da questão da lotação, "a grande chave do regresso em segurança ao transporte público" será o desfasamento de horários.
"A grande chave do regresso em segurança ao transporte público vai depender do que se consegue relativamente ao desfasamento de horários", argumentou, adiantando que, segundo os números 'pré-crise' da pandemia de covid-19 disponíveis, os autocarros da Carris têm uma taxa de ocupação média de 20%, oscilando entre os 100% nas horas de ponta até valores inferiores a 10% em outras horas do dia.
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