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Marido relatou falta de material de proteção individual e assegura que a mulher morreu por ter sido "forçada a trabalhar" sem as condições necessárias.
Danielle DiCenso trabalhava como enfermeira na unidade de cuidados intensivos do hospital Palmetto General em Hialeah, Florida, nos EUA. Morreu, em casa, depois de ter trabalhado duas semanas com pacientes infetados com covid-19. O marido garante que o fez sem material de protecção individual, estando exposta ao novo coronavírus sempre que ia trabalhar. "Apareceu para trabalhar um dia e não havia máscara para ela. Partiu-lhe o coração não poder fazer o seu trabalho num lugar onde se sentisse protegida", relatou David DiCenso à impresa norte-americana, assegurando que a falta do material apropriado e necessário era notada por vários colegas da mulher, de 33 anos. Ao fim de duas semanas a trabalhar com doentes infetados com o novo coronavírus, Danielle fez o teste para despistar a doença. O resultado foi inconclusivo e a enfermeira ficou em casa, isolada. Mas, segundo o marido, os sintomas começaram a agravar-se sem clemência. "Foi uma luta dura de quatro ou cinco dias. A febre disparou, aparecia por fases", explicou DiCenso, que não tem dúvidas: "[Danielle] Estaria aqui se não tivesse sido forçada a trabalhar sem máscara." "Estou muito chateado. O meu filho de quatro anos não vai ter mãe", disse ainda, defendendo que é preciso proteger quem está na linha da frente no combate à pandemia: "Quem deve tomar conta do que estão doentes são os que estão a morrer". A falta de material é, porém, desmentida pela administração do hospital Palmetto General, que assegura estarem a ser cumpridas todas as medidas necessárias, além de estarem garantidas máscaras para todos os profissionais de saúde. "Não são permitidos no hospital profissionais a cuidar dos pacientes se manifestarem sintomas da Covid-19", respondeu fonte hospitalar. A pandemia da covid-19 matou pelo menos 137.500 pessoas em todo o mundo desde que surgiu em dezembro na China, segundo um balanço da AFP às 11h00, que dá conta de mais de dois milhões de infetados. Os Estados Unidos, que registaram a primeira morte ligada ao coronavírus no final de fevereiro, lideram em número de mortes e casos, com 30.985 mortes para 639.664 casos.
"Apareceu para trabalhar um dia e não havia máscara para ela. Partiu-lhe o coração não poder fazer o seu trabalho num lugar onde se sentisse protegida", relatou David DiCenso à impresa norte-americana, assegurando que a falta do material apropriado e necessário era notada por vários colegas da mulher, de 33 anos.
Ao fim de duas semanas a trabalhar com doentes infetados com o novo coronavírus, Danielle fez o teste para despistar a doença. O resultado foi inconclusivo e a enfermeira ficou em casa, isolada. Mas, segundo o marido, os sintomas começaram a agravar-se sem clemência. "Foi uma luta dura de quatro ou cinco dias. A febre disparou, aparecia por fases", explicou DiCenso, que não tem dúvidas: "[Danielle] Estaria aqui se não tivesse sido forçada a trabalhar sem máscara."
"Estou muito chateado. O meu filho de quatro anos não vai ter mãe", disse ainda, defendendo que é preciso proteger quem está na linha da frente no combate à pandemia: "Quem deve tomar conta do que estão doentes são os que estão a morrer".
A falta de material é, porém, desmentida pela administração do hospital Palmetto General, que assegura estarem a ser cumpridas todas as medidas necessárias, além de estarem garantidas máscaras para todos os profissionais de saúde. "Não são permitidos no hospital profissionais a cuidar dos pacientes se manifestarem sintomas da Covid-19", respondeu fonte hospitalar.
A pandemia da covid-19 matou pelo menos 137.500 pessoas em todo o mundo desde que surgiu em dezembro na China, segundo um balanço da AFP às 11h00, que dá conta de mais de dois milhões de infetados. Os Estados Unidos, que registaram a primeira morte ligada ao coronavírus no final de fevereiro, lideram em número de mortes e casos, com 30.985 mortes para 639.664 casos.
"Apareceu para trabalhar um dia e não havia máscara para ela. Partiu-lhe o coração não poder fazer o seu trabalho num lugar onde se sentisse protegida", relatou David DiCenso à impresa norte-americana, assegurando que a falta do material apropriado e necessário era notada por vários colegas da mulher, de 33 anos.
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