Coronavírus: número de mortos em Espanha duplica para 288

São já mais de 7.500 as pessoas infetadas

A propagação do coronavírus continua a acelerar em Espanha, com o país a registar um aumento acentuado do número de pessoas infetadas e vítimas mortais.

288 pessoas já faleceram em Espanha devido ao Covid-19, acima dos 136 de ontem. O número de pessoas infetadas subiu de 5.700 para 7.753.

Segundo os dados hoje avançados pelo ministério da Saúde espanhol, 517 pessoas infetadas já tiveram alta hospitalar e 382 estão nos cuidados intensivos.

Espanha é o segundo país europeu mais afetado pelo vírus, levando o governo espanhol a declarar este sábado o estado de emergência nacional que irá vigorar a partir da próxima segunda-feira, 16 de março.

Durante a vigência do estado de emergência, os cidadãos "unicamente poderão circular na via pública para realizar as seguintes atividades: aquisição de alimentos, produtos farmacêuticos e de primeira necessidade; assistência a centros e serviços de saúde; deslocação para o local de trabalho; regresso à sua residência; assistência e cuidado de idosos, menores, dependentes, pessoas com deficiência ou pessoas particularmente vulneráveis; deslocação a entidades financeiras; por motivos de força maior ou situação de necessidade; qualquer outra atividade de natureza análoga devidamente justificada", detalhou Sánchez.

O Ministério do Interior pode decretar o encerramento de estradas ou troços "por motivos de saúde pública, segurança ou fluidez de tráfego", indicou.

É também alargado a todo o país o encerramento de estabelecimentos como restaurantes, bares, esplanadas, salas de espetáculos e afins, que já vigorava em Madrid.

Os transportes públicos não são suspensos, mas a frequência das ligações entre cidades será limitada em pelo menos 50%, para limitar as deslocações dos cidadãos para fora da sua zona de residência.

O decreto define também que as autoridades competentes poderão intervir nas empresas para garantir o fornecimento de alimentos aos consumidores. Entre as medidas previstas estão também escoltas dos veículos de transporte destes bens caso seja necessário por razões de segurança.

O Governo vai também garantir o fornecimento de alimentos, energia e de medicamentos, sublinhou o primeiro-ministro do país vizinho.

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