Da nata de Espinho às buscas da PJ, a vida dos irmãos Castros

Os irmãos Jorge e Tozé andavam na escola com os Violas, almoçavam com autarcas e envolviam-se na Igreja (e em escolas do Opus Dei). Agora há contratos suspeitos de viciação

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Jorge Castro foi fotografado pela SÁBADO em 2018, numa reportagem sobre luzes de Natal em Lisboa
Jorge Castro foi fotografado pela SÁBADO em 2018, numa reportagem sobre luzes de Natal em Lisboa • Foto: Ricardo Pereira

Em agosto de 2025, a Câmara Municipal de Espinho lançou um concurso público. No mesmo procedimento, procurava-se adjudicar dois lotes: um para “aquisição de serviços de instalação e locação de iluminações decorativas” no âmbito da Festa em Honra de Nossa Senhora d’Ajuda, que acontece tradicionalmente em setembro; e outro para “instalação das iluminações propriedade da câmara e locação de iluminações decorativas” para o Natal. Com um preço base no valor de 163 mil euros, o procedimento permitia a adjudicação dos lotes a um ou dois concorrentes e, entre os critérios de seleção, estavam “mérito artístico do trabalho” (60%), onde se avaliava “originalidade” e “materialização de conceitos”, e o preço mais baixo (40%). O concurso foi vencido por duas empresas: a Castros, Iluminações Festivas, SA, detida por Jorge Castro, que ficou responsável pelo primeiro lote, no valor de 53.500 euros, e a Ailight, detida por António Castro, que ganhou o segundo lote, 108 mil euros. Há um pormenor que liga os concorrentes: são irmãos. A autarquia de Espinho não esclareceu a coincidência à 'Sábado' .

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