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Pouco antes das Legislativas de março, MP recebeu uma denúncia anónima sobre a compra e venda de casas em Lisboa, mas nem sequer abriu um inquérito
O Departamento de Investigação e Acção Penal do Porto (DIAP) arquivou, em 2024, uma denúncia anónima que, em resumo, continha os mesmos factos que levaram, esta semana, a Procuradoria-geral da República a abrir uma averiguação preventiva sobre os negócios imobiliários de Pedro Nuno Santos, líder do PS.
De acordo com procuradores do Ministério Público ouvidos pelo NOW, a denúncia chegou ao DIAP do Porto pouco tempo antes das eleições Legislativas de 10 de março 2024 (que deram a vitória a Luís Montenegro). Na comunicação anónima, levantavam-se suspeitas sobre a origem do dinheiro que possibilitou ao casal Pedro Nuno Santos e Catarina Gamoboa comprarem um apartamento, em Lisboa, por 740 mil euros. Leia o artigo na íntegra no 'Correio da Manhã'.
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