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Médica reformada não passava recibo. Exames eram prescritos em nome de um lar, para que o SNS comparticipasse a 100%. Esquema dura há anos
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Uma médica de Santo Estêvão, Benavente, que cobrou durante anos 1000 euros aos utentes para garantir reformas antecipadas por invalidez, está a ser investigada pelo Ministério Público, confirmou ao 'Correio da Manhã' a Procuradoria-Geral da República. Uma queixa foi apresentada pela Carris, após dezenas de trabalhadores terem passado à reforma por invalidez, num processo conduzido sempre pela mesma médica, Emuna Mia.
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