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Incêndio deste sábado só tem paralelo com o que provocou a morte de 25 militares em 1966, na serra de Sintra
O fogo que deflagrou este sábado no concelho de Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, é um dos que mais vítimas mortais provocou nos últimos anos em Portugal, com 19 mortos já confirmados pelo Governo.
Dezasseis vítimas mortais eram ocupantes de veículos que foram apanhados pelas chamas, os restantes por inalação de fumos. Todos os mortos são civis, segundo o secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes.
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Na memória dos portugueses estão os grandes incêndios registados em 2003, de norte a sul do país, e que provocaram duas dezenas de mortos.
Mas foi há mais de 50 anos, em setembro de 1966, registou-se um fogo na serra de Sintra foi notícia em todo o mundo, devido à morte de 25 militares do Regimento de Artilharia Anti-Aérea Fixa de Queluz (RAAF), quando tentavam combater as chamas.
Em 1985, em Armamar, foram 14 bombeiros apanhados pelas chamas e que não resistiram, enquanto em 1986, em Águeda, o fogo provocou 13 mortos. Já em junho de 2006, no distrito da Guarda, cinco bombeiros chilenos morreram ao combaterem o fogo.
No ano 2012, centenas de incêndios registados provocaram seis mortos, quatro deles bombeiros.
Em agosto de 2013, quando se registaram mais de 7.000 incêndios, morreram nove pessoas - oito bombeiros e um civil - com 120 mil hectares de floresta ardida.
No ano passado, os incêndios na Madeira provocaram três mortos e destruíram 37 habitações, uma situação que levou o Governo a fazer um pedido de ajuda à União Europeia para o combate ao sinistro.
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