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Nas ruas, no mar e no ar haverá 11 mil operacionais de segurança
Amanhã, o centro do mundo será a Basílica de São Pedro, em Roma. Aí dezenas de chefes de Estado, entre presidentes e monarcas, despedem-se do Papa Francisco, num verdadeiro teste não só às capacidades de gestão do espaço aéreo da capital italiana, mas também à segurança.
O espaço aéreo de Roma está fechado, o que obriga os aviões a contornar a cidade, e os principais aeroportos estão transformados em bases de estacionamento para os aviões dos chefes de Estado. A título de exemplo, esta tarde deve aterrar em Fiumicino o Air Force One do presidente dos EUA, ocupando toda a área de carga do aeroporto, já que a delegação tem também vários aviões militares - a que se juntam caças de escolta da NATO -, entre eles o que transporta o Cadillac One, o carro blindado que vai levar Donald Trump e a mulher Melania até ao centro de Roma. Depois alguns destes aviões militares ficarão estacionados no aeroporto militar da região da Lazio, explica o jornal italiano Corriere della Sera. Leia a notícia na íntegra na Sábado.
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