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Siza Vieira lamentou por outro lado os atrasos nos pagamentos do lay-off às empresas
É oficial: bares, discotecas e ginásios não vão reabrir em maio. Segundo o ministro da Economia, podem abrir na terceira fase de reabertura da economia depois do isolamento devido ao novo coronavírus.
"Durante o mês de maio vão continuar encerrados bares, discotecas, ginásios", afirmou Siza Vieira no programa Negócios da Semana, da SIC Notícias, esta quarta-feira.
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"Ao fim de uma quinzena podemos avaliar se o levantamento gradual levou a um aumento descontrolado da epidemia", considerou o ministro, referindo-se à avaliação quinzenal que será feita pelo Governo acerca da situação da pandemia face às medidas de desconfinamento. O primeiro-ministro António Costa também recordou que se podem dar passos atrás.
Foi definido "um calendário até ao início de junho", disse Siza Vieira. "Dá tempo às empresas para se adaptarem para as novas regras e avaliar o que se pode fazer no futuro." Porém, os portugueses têm que se habituar a "conviver com o vírus".
Quanto a equipamentos de proteção, "o governo vai assegurar o fornecimento de máscaras nas escolas". "O que precisamos de assegurar é que o mercado está fornecido em quantidade suficiente", para permitir o acesso a esses bens. "Já temos muitas empresas portuguesas a produzir estes equipamentos, certificados e vão começar a chegar mais às grandes superfícies comerciais", afirmou o ministro.
Quanto aos atrasos nos pagamentos às empresas devido ao mecanismo de lay-off, Siza Vieira lamentou os atrasos: "Já foram efetuados pagamentos no dia 24, dia 28, vão ser feitos mais pagamentos no dia 30 e ainda no dia 5 de maio. Estes pagamentos dizem respeito aos pedidos de lay-off que entraram antes do dia 10 de abril. Foi virtualmente impossível à máquina da Segurança Social processar todos pagamentos que entraram depois e assegurar os pagamentos nas datas a que, originalmente, gostaríamos de tê-lo feito."
"O nosso objetivo era que todos estes pagamentos estivessem feitos antes do final do mês para que os empresários já tivessem o dinheiro em caixa antes de terem de fazer o pagamento. Sei que isto vai criar stress e, eventualmente, alguns atrasos no pagamento das compensações retributivas mas, na verdade, tivemos 95 mil pedidos de lay-off que tiveram de ser processados por uma máquina que não tem esta capacidade", explicou.
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