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Jaime Nina avisa que Portugal pode ter problemas numa segunda vaga da pandemia.
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O infecciologista Jaime Nina confessa estar pessimista sobre a evolução da pandemia em Portugal.
CM - Um estudo na Coreia do Sul diz que afinal as pessoas ficam imunes depois de serem infetadas...- Toda a gente esperava que isso acontecesse. Já tinha acontecido com outros coronavírus, como a SARS ou o MERS.
- Estes resultados tornam mais pertinente a realização de testes serológicos para saber que percentagem da população está imune? - Sim. Também houve estudos em macacos que foram infetados e ficaram com anticorpos que impediram uma segunda infeção. Isto sugere que a imunidade que o vírus deixa é potente.
- Isto vem dar razão a países como a Suécia, sendo a melhor opção proteger os idosos e deixar os outros infetarem-se para ficarem imunes? - É um argumento a favor dessa opção. Países como a Bélgica, com cerca de 7800 mortos, já terão a população imunizada numa segunda vaga, enquanto em Portugal a grande maioria não tem imunidade.
- Ainda vamos a tempo de ganhar imunidade para a segunda vaga? - Agora já é tarde. O verão está a chegar e todas as infeções respiratórias desaparecem. Temos um intervalo até outubro e espero que pensem no que vão fazer, mas não estou otimista. Voltar a parar tudo no próximo inverno não me parece boa ideia.
- Portugal devia ter adotado outra estratégia?- É fácil dizer isso agora. Na altura foi tomada a decisão certa, de fechar, enquanto outros deixaram andar. É difícil este equilíbrio, e não é fácil proteger os idosos enquanto os restantes se infetam.
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