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Condutor pode ficar preso durante seis meses e ficar sem carta durante dois anos.
Um rapaz de 19 anos foi "apanhado" pela polícia rodoviária canadiana, no sábado , a acelerar no carro do pai a mais de 300 km/hora.
Com um amigo ao lado da mesma idade, o jovem pegou no Mercedes-AMG C63 coupé do pai, e foi "dar gás" para a Queen Elizabeth Way, auto-estrada que liga Mississauga, nos arredores de Toronto, às cataratas de Niagara.
O radar da polícia rodoviária do Ontário apanhou-o a 308 km/hora quando os limites de velocidade no país são de 100 e 110 km/hora, dependendo das regiões.
Resultado? O "suicida" ficou com a carta de condução suspensa, e foi acusado de ‘street racing’ e de condução perigosa, enquanto o Mercedes ficou apreendido por sete dias.
Se for condenado em tribunal, o rapaz habilita-se a uma multa que pode ir até aos 9.250 euros, e a passar seis meses na prisão a ver o sol aos quadradinhos.
Já a carta de condução só voltará a vê-la passados dois anos sobre o crime rodoviário.
As autoridades policiais canadianas não costumam brincar em serviço, e muito menos nestes dias de confinamento caseiro devido ao Covid-19.
Desde 1 de Maio, a polícia rodoviária do Ontário já "caçou" 150 automobilistas e apreendeu outros tantos veículos, sob as mesmas acusações.
O último caso aconteceu no domingo: um condutor, também de 19 anos, foi detido este fim-de-semana por conduzir a 207 km/hora na auto-estrada 403, também na região de Mississauga.
Sabendo que muitos candidatos a pilotos de velocidade estão a ver nas auto-estradas livres de tráfego as pistas ideias para acelerar, a vigilância policial tem sido apertada.
Ainda por cima, é regra das autoridades do país publicarem nas redes sociais fotografias e vídeos das infracções como forma de alerta para os riscos que têm tais comportamentos na estrada. Autor: Aquela Máquina
Autor: Aquela Máquina
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