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Ao contrário do que tinha sido avançado pela Proteção Civil de Lisboa, primeiro-ministro deu conta de 16 mortos e não 17
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O primeiro-ministro prometeu celeridade nas averiguações para apurar a causa do acidente do elevador da Glória, com uma conferência que inclui a PJ, ainda hoje, e anunciou que a TAP apoiará os familiares das vítimas. "Esta é uma das maiores tragédias humanas da nossa história recente", afirmou.
Numa declaração à comunicação social, sem direito a perguntas, no final da reunião do Conselho de Ministros, ao lado do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, que participou na parte final do encontro, Luís Montenegro começou por elogiar a resposta rápida das organizações de socorro.
"Esta resposta rápida permitiu salvar vidas e, acima de tudo, por via disso, evitar que a tragédia assumisse ainda proporções maiores e mais devastadoras", afirmou, na residência oficial, em São Bento.
Quanto às investigações em curso, o primeiro-ministro anunciou que, ainda hoje, "serão dados todos os detalhes das diligências que foram efetuadas e que se encontram em curso por parte do diretor nacional da Polícia Judiciária, do presidente do Instituto de Medicina Legal e Ciências Forenses, do diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde e do responsável pelo Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes Aéreos e Ferroviários".
"A TAP já se disponibilizou também para prestar todo o apoio, quer no transporte para território nacional de familiares, de cidadãos nacionais ou estrangeiros que se encontrem fora do nosso país, quer para repatriar feridos e mesmo transladar os corpos das vítimas mortais", afirmou.
Montenegro disse ainda que o Instituto de Registo e Notariado vai disponibilizar uma equipa em Lisboa para poder acelerar os registos de óbito e garantir um atendimento prioritário.
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