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A LUSA decidiu fazer a cobertura da edição deste ano da Volta a Portugal com cinco profissionais (dois jornalistas, um repórter fotográfico, um motociclista e um motorista) depois de terem pairado algumas dúvidas devido a razões orçamentais.
“A Volta a Portugal está garantida e será a maior cobertura na história da Lusa”, afirmou sexta-feira Fernando Trigo, director de informação adjunto, para quem a presença da agência noticiosa na prova “nunca esteve em perigo”.
Esta confirmação surgiu no dia seguinte à divulgação da nota interna nº 45 assinada por Fernando Trigo – e não pelo director comercial, Carlos Martins –, dando conta do facto de a administração ter colocado algumas reservas devido ao esforço financeiro exigido pela operação. Isto pouco tempo depois do Euro-2000 e nas vésperas dos Jogos Olímpicos de Sidney, dois eventos acompanhados pela Lusa com os custos inerentes, “O que esteve em perigo foi o modelo de cobertura.
O editor de desporto propôs uma cobertura diferente da do passado e que implicava a presença de mais uma pessoa, o que, numa prova com quinze dias de duração, implica custos mais elevados”, explicou Fernando Trigo.
O director de informação adjunto da Lusa afirmou que o Conselho de Administração deu luz verde ao destacamento de cinco pessoas para a Volta às 18 horas de quinta-feira, tendo comunicado de imediato a decisão aos editores. No entanto, a verdade é que, contactados por Record telefonicamente depois dessa hora, diversos profissionais da agência noticiosa confirmaram que a situação ainda não estava totalmente definida.
A situação levou mesmo o secretário de Estado da Comunicação Social, Arons de Carvalho, a contactar o C. A. da Lusa, de modo a inteirar-se do assunto, tendo-lhe sido garantido que já estava tudo resolvido. O responsável governamental admite que, apesar de não estar em situação crítica, a agência noticiosa está em contenção de despesas, uma vez que perdeu o apoio do Governo de Macau e tem agora a obrigatoriedade de cobrir a actualidade em Timor. Algo que está a motivar a discussão de mudanças no contrato-programa entre a Lusa e o Estado.
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