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Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças emitiu várias recomendações para quem viaja para a ilha do Sal. Doença afetou pelo menos 12 portugueses
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O Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC, sigla em inglês) divulgou esta quarta-feira uma série de recomendações para quem viaja para Cabo Verde.
Em causa estão os cerca de mil casos de shigelose (infeção bacteriana intestinal) e outros problemas gastrointestinais que se têm registado desde 2022 em turistas de vários países, europeus e não só, que passaram férias na ilha do Sal.
De acordo com o ECDC, os últimos dados indicam que entre setembro de 2022 e a última semana, foram confirmados 766 casos de shigelose, em turistas do Reino Unido (263), Suécia (120), Alemanha (92), França (67), Países Baixos (64), Bélgica (46), Dinamarca (45), Luxemburgo (19), República Checa (14), Portugal (12), Finlândia (9), Noruega (5), Irlanda (2), Polónia (1) e sete dos Estados Unidos da América.
No mesmo período, diz o ECDC, foram notificados em turistas que passaram férias em Cabo Verde mais de 300 casos de outras infeções gastrointestinais, como salmonelose, campilobacteriose, giardíase ou amebíase, entre outras.
De acordo com o ECDC, o foco estará numa cadeia hoteleira na zona de Santa Maria, embora a fonte das infeções ainda não tenha sido identificada. Para quem viaja para aquele país africano de língua oficial portuguesa, o ECDC aconselha lavagem das mãos, especialmente antes de fazer comida, comer ou depois de utilizar toalhas, comer apenas comidas quentes e evitar refeições pronto-a-comer, incluindo vegetais e frutos não lavados, saladas e produtos com gelo. Deve-se beber apenas água engarrafada e se surgirem sintomas como diarreia, febre ou dores abdominais fortes, deve-se procurar ajuda médica imediata.
A shigelose é uma infeção causada por uma bactéria, que é transmitida principalmente por via fecal-oral, sendo altamente contagiosa. Os sintomas surgem 1 a 4 dias após a exposição à bactéria Shigella.
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