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Deixava as equipas exasperadas com a lentidão de processos e a falta de paciência para jornalistas e estruturas de comando
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Quem nos últimos meses tem convivido com Maria Lúcia Amaral no Ministério da Administração Interna não estranhou a cena que todos os portugueses viram há dias, quando a ministra - que acabou de pedir a demissão do cargo - foi filmada pelas televisões, num tom professoral e de raspanete, a dizer ao exausto presidente da câmara de Leiria que: “Isto [a gestão da calamidade provocada pelas tempestades] pressupõe uma aprendizagem coletiva, sabe? De parte a parte...”
Não foi só a aparente falta de empatia e interesse social pelo interlocutor, que já revelou noutros episódios relatados à 'Sábado' por várias fontes e que serão contados neste artigo. Foi também a palavra “aprendizagem”, que para estas fontes é sintomática da atuação de Maria Lúcia Amaral como titular da Administração Interna: há um certo alheamento, e a aprendizagem, quando existe, é muito lenta.
Leia o artigo na íntegra na 'Sábado'
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