Metro chega às Amoreiras e a Campo de Ourique

O presidente do Metropolitano de Lisboa vai pedir à tutela para iniciar o projeto de ligação da Linha Vermelha de S. Sebastião a Campo de Ourique, com paragem nas Amoreiras, a arrancar no ano que vem

Metro de Lisboa
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O presidente do Metropolitano de Lisboa, Vítor Domingues dos Santos, vai pedir à tutela, o Ministério do Ambiente, para iniciar o projeto de ligação da Linha Vermelha de S. Sebastião a Campo de Ourique, com paragem nas Amoreiras, a arrancar no ano que vem.

"Vamos tentar, nesta altura, retomar o projecto de expansão de S. Sebastião a Campo de Ourique, com paragem nas Amoreiras. Depois, apresentar à tutela, sectorial e financeira, e também possivelmente ao Conselho Superior de Obras Públicas, um plano geral que inclui não só a ligação eventualmente a Alcântara mas também outras ligações, que estamos a analisar mas que ainda não estão amadurecidas", explicou o presidente do Metro de Lisboa, em entrevista ao jornal 'Público'. 

Confrontado com a oposição feita à linha circular, por figuras como o ex-candidato presidencial Henrique Neto e o engenheiro civil Mário Lopes, Vítor Domingues dos Santos explicou que, de acordo com "uma análise custo/benefício", a linha circular tem um "benefício superior": "E é por isso que estamos a apostar na linha circular. Mas reconhecemos que não se pode ficar por aqui, porque o metropolitano já não tem investimentos de vulto há muitos anos e está atrasado em relação à cidade."

Para o futuro poderá haver uma ligação entre a linha de Telheiras a uma estação no Colégio Militar. "Há um desejo que temos que é o de ligar a linha de Telheiras aqui ao nosso Parque de Material e Oficinas [onde a actual sede da empresa] em Carnide, eventualmente com uma estação no Colégio Militar", revelou.

Além disso, o presidente do metro promete que a situação estará normalizada até ao final do ano, com a disponibilização de mais comboios e que, em 2019, haverá o reforço da Linha Azul durante a hora de ponta: "Nesta altura, temos 12 unidades triplas [UT, equivalente a seis comboios], de um parque de 111, imobilizadas, seja por falta de revisão atempada, por excesso de quilómetros ou por rodas que têm de ser substituídas. A previsão que temos é a de chegar ao fim do ano com três a seis UT paradas, o que significa que iremos começar 2019 já quase em plena capacidade."

"No que toca à disponibilidade de comboios, dos cerca de 140 que lançamos diariamente, há um que sentimos que faz falta numa das linhas à hora de ponta. (...) Na Linha Azul, de um reforço na hora de ponta. Está dentro dos horários aprovados, mas como temos este material circulante imobilizado, ainda não conseguimos responder à procura. Penso que no início do ano já teremos condições para o fazer", concluiu.

Autor: Sábado



"No que toca à disponibilidade de comboios, dos cerca de 140 que lançamos diariamente, há um que sentimos que faz falta numa das linhas à hora de ponta. (...) Na Linha Azul, de um reforço na hora de ponta. Está dentro dos horários aprovados, mas como temos este material circulante imobilizado, ainda não conseguimos responder à procura. Penso que no início do ano já teremos condições para o fazer", concluiu.
Autor: Sábado

"No que toca à disponibilidade de comboios, dos cerca de 140 que lançamos diariamente, há um que sentimos que faz falta numa das linhas à hora de ponta. (...) Na Linha Azul, de um reforço na hora de ponta. Está dentro dos horários aprovados, mas como temos este material circulante imobilizado, ainda não conseguimos responder à procura. Penso que no início do ano já teremos condições para o fazer", concluiu.

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