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Oposição alega que se trata de uma manobra para suspender contagem de votos das presidenciais de domingo.
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O presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, alega que foi detido esta quarta-feira numa altura em que se encontrava no seu gabinete no palácio presidencial. Foi o próprio que confirmou a detenção à revista Jeune Afrique. De acordo com a France24, os militares afirmam ter tomado "controlo total" do país, numa altura em que faltavam poucas horas para conhecer os resultados das eleições do último domingo, na qual ambos os candidatos reclamam vitória.
Existem nesta altura relatos de que várias estações de rádio de Bissau terão sido invadidas por militares.
O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, General Biague Na Ntan, o vice-chefe do Estado-Maior, General Mamadou Touré, e o ministro do Interior, Botché Candé, terão sido igualmente detidos, de acordo com a mesma fonte.
Umaro Sissoco Embaló revelou ainda à revista Jeune Afrique que não sofreu nenhum tipo de violência durante este alegado golpe de Estado, que, segundo afirmou, foi orquestrado pelo chefe do Estado-Maior do Exército.
Esta alegadas detenções surgiram após um relato de tiros no centro da cidade de Bissau, capital da Guiné-Bissau, perto do palácio presidencial e das instalações da comissão eleitoral, no que Emablo afirma tratar-se de uma alegada tentativa de golpe de Estado. Mas membros da sociedade civil e da oposição revelam que se trata de uma manobra do presidente para tentar suspender o processo de contagem de votos das eleições presidenciais do último domingo, em que alega ter ganho com 65% dos votos, segundo a sua própria contagem.
Mas o seu principal adversário, Fernando Dias da Costa também reivindicava a vitória. Os resultados eleitorais, recorde-se, deveriam ser divulgados esta quinta-feira.
O candidato Domingos Simões Pereira, ouvido pela Jeune Afrique, referiu que se encontrava numa reunião com observadores da União Africana, incluindo [o ex-presidente nigeriano] Goodluck Jonathan, quando foi informado de um tiroteio em Bissau. Mas adiantou que recebeu informações de que militares tentaram entrar nos escritórios da comissão eleitoral “para forçar o seu presidente a ler os resultados que declaravam Umaro Sissoco Embaló como vencedor".
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