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Rui Armindo Freitas declarou à Entidade para a Transparência, em setembro último, menos 3,27 milhões de euros em depósitos a prazo e à ordem, mas o destino do dinheiro não é visível
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Desde que iniciou funções como secretário de Estado da Presidência, em abril de 2024, o património de Rui Armindo Freitas em depósitos a prazo e à ordem caiu 3,27 milhões de euros. Na declaração de rendimentos de substituição que entregou à Entidade para a Transparência (EpT), em setembro de 2025, não é visível o destino deste dinheiro. Questionado sobre esta situação, em nome da transparência no exercício de cargos políticos, Freitas afirmou: “Declarei tudo o que é exigível por lei às entidades competentes em nome da transparência no exercício de cargos políticos.”
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