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O antigo ministro e fundador do Partido da Terra tinha 98 anos. Foi uma ativa voz na defesa dos espaços verdes na cidade de Lisboa, tendo assinado o projeto do Jardim Gulbenkian.
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O arquiteto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles, figura pioneira na arquitetura paisagista em Portugal, morreu esta quarta-feira, em Lisboa, aos 98 anos, revelou à agência Lusa fonte próxima da família.
Foi um ativista ambiental ainda durante a ditadura, tendo-se revoltado contra o impacto do desordenamento territorial de Lisboa e contra a tentativa de destruição de espaços verdes. Quando em 1967 dezenas de pessoas morreram devido às cheias na capital, o arquiteto Ribeiro Telles insurgiu-se contra a falta de atenção dada na construção civil de habitação para as pessoas mais pobres.
Licenciado em Engenharia Agrónoma e em Arquitetura Paisagista pelo Instituto Superior de Agronomia, Gonçalo Ribeiro Telles assinou, com António Viana Barreto, o jardim da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Foi ministro de Estado e da Qualidade de Vida e fundou o Partido da Terra (MPT).
Foi altamente crítico da plantação intensiva de pinheiros e eucaliptos e considerava que esse cultivo era uma das principais razões dos incêndios que vergastam o país todos os anos, em troca de uma política virada para a economia e não para o ordenamento territorial sustentável.
Em 1957 criou o Movimento dos Monárquicos Independentes e pertenceu às listas da oposição no final da década de 60, quando Marcello Caetano ascendeu à liderança do país.
Foi o fundador e subsecretário de Estado do Ambiente nos três primeiros governos provisórios.
Foi co-autor, ao lado de Francisco Caldeira Cabral, do livro seminal de arquitetura paisagista em Portugal A Árvore em Portugal.
Foi um dos subscritores da Aliança Democrática, ao lado de Francisco Sá Carneiro e Diogo Freitas do Amaral, tema que voltou à discussão pública depois do PSD ter assinado um acordo com o Chega na região autónoma dos Açores.
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