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O conceito do mais recente título dedicado à simulação futebolística exige que o jogador tenha conhecimentos sobre como deve um futebolista posicionar-se no terreno. Porque controlamos "apenas" um elemento nos 11 que constituem a equipa
OS ADEPTOS dos simuladores de futebol têm agora mais uma opção no mercado, com a entrada em cena de "Líbero Grande International". Trata-se de um jogo editado pela Namco (distribuição em Portugal a cargo da Lusomundo) e apela, de forma inequívoca, a conhecedores do maior desporto do Mundo.
À primeira vista, a afirmação anterior pode parecer algo estranha. Afinal, todos nós "sabemos" de futebol; "sabemos" os princípios do jogo; "sabemos" como colocar uma equipa no terreno e discutir o triunfo. Mas "Líbero Grande International" (LGI) é mais do que isso e exige outros conhecimentos. Por uma simples razão.
Ao contrário dos outros simuladores de futebol, onde controlamos o "jogador" que está na posse da bola, LGI propõe uma abordagem individual, que deve, depois, inserir-se na estratégia e manobra colectivas.
Por outras palavras, em "Líbero Grande" o jogador é desafiado a escolher um dos 11 elementos da equipa e só em determinadas situações tem hipótese de controlar as acções dos restantes membros da equipa. Ou seja, se escolhermos, por exemplo, a função de lateral-direito, devemos actuar como tal. Se formos "lá à frente" com o nosso lateral e não houver recuperação, é muito possível que o ataque do adversário se desenvolva pelo flanco que ficou... desguarnecido.
Há, pois, que exibir técnica e preparação física, mas é necessário conhecer princípios estratégicos. E mesmo que a posição escolhida seja o "nº 10", temos de interiorizar que não basta fazer bons passes, ou avançar até à área adversária. Também é preciso defender, nunca esquecendo o posicionamento no terreno.
Alguns contras
Ao partir de uma abordagem completamente diferente dos outros simuladores – até em função dos ângulos de câmara escolhidos, que nos deixam com a sensação de "estarmos em campo" –, a Namco não se preocupou com aspectos, digamos, marginais.
Não há nomes oficiais, não há equipas oficiais, não há torneios ou campeonatos oficiais, o grafismo podia ser mais apurado e o próprio som – que não inclui comentadores – deixa muito a desejar. Estes pequenos contras, que dão uma sensação algo "tosca", acabam por ser pulverizados pela jogabilidade e pela adrenalina de "Líbero Grande International". Porque após o necessário (diríamos mesmo imprescindível) período de aprendizagem, o objectivo passa apenas por jogar bem. E se formos um bom elemento da equipa, esta beneficia com esse facto.
Há os tradicionais modos "amigável", "torneio" ou "campeonato"; estão presentes mais de duas dezenas de países – Portugal incluído – e podemos criar o nosso jogador, quer em termos físicos, quer em termos de aptidões para o futebol. No final de cada jogo, a nossa prestação é pontuada, pelo que escolher logo um "craque", como níveis muito elevados, pode não significar nada.
Classificar "Líbero Grande International" segundo os parâmetros habitualmente utilizados por Record (de 0 a 20), vale um 17. É um dos títulos obrigatórios para os apreciadores de simuladores de futebol.
Radar
EUROPEAN SUPER LEAGUE (Virgin Interactive/Sega Dreamcast) – Tal como estava prometido, os possuidores da Dreamcast não têm o que temer só porque a Sega decidiu interromper a produção da máquina nos moldes em que a conhecemos hoje. Os jogos continuam a sair e este é um dos títulos mais recentes. Trata-se de um simulador de futebol que avança com a "Super Liga Europeia", a tal ideia que anda por aí em gestação. Tem o licenciamento oficial de 16 equipas, incluindo o Benfica. Voltaremos a este título na próxima semana. Distribuição a cargo da Ecofilmes.
F1 RACING CHAMPIONSHIP (Ubi Soft/Video System) – Nova incursão pelo universo da Fórmula 1 para a Dreamcast. Inclui todos os dados, equipas e pilotos do campeonato de 1999. Novas benesses, condimentadas com uma banda sonora da responsabilidade dos Garbage. A rever em próxima edição. Distribuição a cargo da Ecofilmes.
102 Dalmatians -- Pupies to the Rescue (Eidos) – O regresso de Malvina Cruella à caça dos pequenos dálmatas tem versão cinematográfica e correspondente "irmão" para a PlayStation. É um trabalho com assinatura da Eidos e da Disney Interactive e assume-se já como o jogo a apostar se quiser oferecer uma prenda aos mais novos durante o período da Páscoa. Distribuição em Portugal a cargo da Ecofilmes.
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