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Em 2003, quando substituiu Francisco Louçã na AR, a candidata do ADN lutou pelos direitos dos reclusos (que hoje reprime), combateu as alterações climáticas (que hoje chama de "fraude") e defendia a imigração (que hoje quer deportar)
Nestas eleições, Joana Amaral Dias representou o ADN, um partido que defendeu a deportação de imigrantes, não reconhece as alterações climáticas (que chama de "fraude climática") e a restrição de direitos à Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG). Contudo, enquanto deputada do Bloco de Esquerda, outrora foi um acérrima defensora no Parlamento desses mesmos direitos.
"O País que ambicionamos não é, certamente, o da degradação ambiental, da intolerância e desprotecção aos imigrantes, da intolerância racial, étnica e social, da discriminação da orientação sexual ou de género. O País que queremos não é o reaccionário sobre os direitos das mulheres, que continuam a ser as mais pobres entre os pobres, as que mais trabalham e menos ganham e que, sinistramente, ainda nem sequer podem optar por ter, ou não, um filho", afirmou Joana Amaral Dias em plenário no dia 25 de abril de 2003, sessão solene comemorativa da revolução, segundo os Diários da Assembleia da República, consultados pela 'Sábado'. Leia o artigo na íntegra na 'Sábado'.
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