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Português declarou-se culpado e paga 360 mil euros de multa para evitar prisão, além dos milhões devolvidos
Cristiano Ronaldo foi condenado esta terça-feira em Madrid por quatro crimes contra a fazenda pública de Espanha, relativos ao "imposto sobe a renda de pessoas físicas" nos exercícios fiscais de 2011 a 2014. Em causa o uso de sociedades sediadas nas ilhas Virgens Britânicas para cobrar os direitos de imagem do jogador, escapando assim ao pagamento de impostos em Espanha.
O tribunal conclui que Ronaldo lesou o Fisco espanhol em 5.7 milhões de euros entre 2011 e 2014. Mas é citado o acordo que levou o jogador a pagar 16,7 milhões de euros pela dívida tributária, que incluiu as multas pagas pela ocultação de rendimentos. Os juízes detalham que, em julho de 2018, Ronaldo pagou 5,69 milhões, acrescidos de 1 milhão por juros de mora. O tribunal de Madrid dá as dívidas de Ronaldo como saldadas. Na sentença divulgada esta terça-feira, o tribunal precisa as penas por cada um dos crimes fiscais cometidos: 6 meses de prisão e multa de 567 mil euros relativamente às receitas não declaradas de 2011; seis meses e 15 dias de prisão e multa de 809 mil euros pelo ano de 2012; outros seis meses e 15 dias por 2013, com multa de 1 milhão e 598 mil euros e cinco meses de prisão e 227 mil euros de multa pelos atos de 2014.
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Mas o tribunal resolveu substituir as penas de prisão por uma multa diária de 250 euros durante 48 meses, o que perfaz um valor de 360 mil euros.
O Correio da Manhã divulga a sentença na íntegra.
Autor: Correio da Manhã
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