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Os portugueses optam pagar mais por uma casa desde que seja no centro da cidade. Esta é uma das conclusões de um estudo sobre habitação realizado pela BPB Iberplaco Portugal. Durante a apresentação do documento, Vítor Roque, director comercial regional da BPB, referiu que a maioria das pessoas inquiridas afirmou que “é preferível viver na cidade numa casa mais pequena, do que fora da cidade numa casa maior e estar duas horas dentro do carro, no trânsito”.
Em 2004, 60 por cento dos lisboetas desejavam morar fora do centro urbano, agora apenas 38% escolhem viver nos arredores. Uma tendência que, segundo o Eduardo Cruz, director comercial da BPB Iberplaco, não se verifica só no nosso país: “Em Espanha a situação é muito idêntica”, referiu.
Obras sem recurso ao crédito
Mas quando se fala de habitações dentro dos grandes centros urbanos, fala-se também de casas mais antigas. Por isso, não é de estranhar que nos últimos cinco anos mais de metade dos lares de Lisboa e do Porto tenham sido alvo de reformas. De acordo com o estudo ontem apresentado, a maioria dos portugueses – 87,9% – paga as obras sem recorrer a créditos e hipotecas.
Nos últimos cinco anos, 68% dos portuenses fizeram reformas nas suas casas, enquanto que na capital, 49% das habitações foram alvo de melhoramentos.
O estudo adianta ainda que as principais reformas das casas estão relacionadas com a alteração do chão (39%), das instalações básicas (37%) e dos sanitários das casas de banho (35%). Os jovens são os que fazem mais obras, no entanto, são os indivíduos entre os 35 e os 65 anos os que se preocupam em realizar reformas maiores.
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