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"Esta ação constitui uma violação flagrante do Direito Internacional, nomeadamente dos princípios da livre navegação e da proteção de missões humanitárias", refere a organização da Flotilha em comunicado
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Nuno Gomes, Joana Rocha e Diogo Chaves são os nomes dos três portugueses que participavam na Flotilha humanitária 'Global Sumud' e que acabaram detidos pelas forças israelitas, na madrugada desta quinta-feira, quando tentavam chegar a Gaza. A Marinha israelita intercetou a Flotilha ao largo da costa da Grécia e apreendeu alguns barcos. Os portugueses seguiam em navios diferentes e até ao momento "não há qualquer informação sobre o seu paredeiro, destino, ou estado de saúde", refere a organização da Flotilha em comunicado.
Imagens partilhadas pela procuradora também mostram Allen no dia anterior ao ataque, a rondar a área onde se realizou o jantar de Donald Trump com os correspondentes na Casa Branca.
MP comunicou às Finanças suspeitas com serviços prestados pela Spinumviva.
"Esta ação constitui uma violação flagrante do Direito Internacional, nomeadamente dos princípios da livre navegação e da proteção de missões humanitárias", refere a organização da Flotilha em comunicado
Bernardo Ribeiro, diretor de Record, integra um dos painéis do evento
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