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Os 17 arguidos teriam angariado 25 milhões de euros
A Grécia começou a julgar aquele que já considerado o maior caso a envolver pirataria televisiva no país. Ao todo são 17 as pessoas acusadas de integrar uma organização criminosa de venda de ilegal de subscrições IPTV, tendo acumulado um total de 25 milhões de euros em receitas.
A lei grega prevê o pagamento de uma multa de 700 euros a quem subscrever estes serviços ilegais, podendo atingir o dobro em caso de reincidência. As autoridades lançaram uma verdadeira 'caça' à pirataria televisiva, com o bloqueio de IPs em tempo real durante eventos desportivos, além de sanções pesadas aos consumidores.
Na Grécia é também permitido que os dados recolhidos em investigações criminais possam ser usados para identificar consumidores – nomes, mails ou dados de pagamento usados para adquirir serviços ilegais –, que permitam depois aplicar as multas.
Neste caso em específico, a lista de clientes desta organização criminosa envolve 13 mil clientes.
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