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Fabricante britânica de motores para aviões vai cortar 17% da sua força de trabalho
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A Rolls-Royce Holdings, fabricante britânica de motores para aviões, pretende eliminar 9 mil empregos para fazer face à redução da atividade resultante da pandemia da covid-19.
Em comunicado a companhia explica que teve a avançar com um plano de corte de custos mais agressivo uma vez que as companhias aéreas estão a cancelar e adiar compras de aviões, provocando uma descida acentuada no fabrico de aeronaves.
"Vão ser precisos muitos anos para que o mercado da aeronáutica comercial encontre os mesmo níveis que tinha há poucos meses", acrescenta o comunicado.
A Rolls-Royce avança assim para o corte de 17% da sua força de trabalho, depois de nos últimos cinco anos já ter eliminado um total de 10 mil empregos.
"Esta não é uma crise que resulte das nossas ações", explicou o CEO Warren East, adiantando que "esta é uma crise que temos que enfrentar. Os nossos clientes e parceiros da aviação têm de se adaptar e nós também".
O CEO já tinha adiantando que o objetivo da companhia passava por poupar mil milhões de libras este ano e que a Rolls-Royce enfrentava o maior desafio desde os anos 70, quando entrou em liquidação e foi depois nacionalizada. Com o plano anunciado hoje o plano de corte de custos foi alargado para 1,3 mil milhões de libras.
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