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Record entrevistou Rui Freire, director de Marketing da Unicer, a propósito do lançamento da SuperBock, de um filme publicitário intitulado "Vida", o qual pretende despertar o adepto para as emoções do futebol no seu dia-a-dia. A aposta da marca neste segmento, segundo o próprio, é "para durar".
RECORD - A SuperBock Sem Álcool lançou uma nova campanha publicitária que assinala a presença da marca no universo do futebol, com o filme "Vida". Por que fez esta aposta?RUI FREIRE - A Unicer quando fez uma identificação sobre os territórios sobre os quais queria comunicar, fomos ouvir os consumidores e identificámos 3 áreas, sendo uma delas o futebol. O futebol é um território conhecido, há muita experiência de marcas de cerveja associadas ao futebol. Era um universo atractivo para a superbock, tanto mais que a proposta da marca era apelar à partilha, às emoções, um conjunto de valores com os quais o consumidor se revê também no futebol. Há algum tempo, iniciámos a abordagem ao mundo do futebol, mas sempre centrados na ideia de que não queremos tanto estar presentes na competição, mas antes falar às pessoas. A proposta do valor da marca é falar das emoções, da importância que o futebol tem na vida das pessoas, adeptos e consumidores e esta campanha da Superbock sem álcool vem nesse sentido. A marca que transmite as emoções do futebol para as pessoas que o acompanham.
RUI FREIRE - Esta é a primeira campanha de comunicação em grandes meios que a Superbock lança no futebol. Não se consegue fazer tudo ao mesmo tempo. Temos a associação com alguns clubes, damos apoio a entidades e isso é para continuar. O apoio aos clubes também se traduz no objetivo de se tornar relevante no mundo desportivo. E os clubes sentem falta de apoio financeiro que os ajude a fazer face às despesas e custos que têm, nós encarregamo-nos dessa preocupação e queremos ajudá-los para sobreviverem. O outro objetivo é comunicar com os consumidores, falar ao coração das pessoas, aos adeptos do futebol.
RECORD - A aposta no futebol é claramente mais rentável do que noutras modalidades? Existe aquela ideia de que o futebol é sempre mais privilegiado em detrimento de modalidades que podiam crescer com outros apoios. Qual a sua opinião?RUI FREIRE - O futebol é o desporto que move mais massas, é sentido de forma mais intensa pelas pessoas e, não vamos escondê-lo, é o que tem maior retorno mediático. Temos de ter retorno do investimento que fazemos. No ano passado, dos 20 programas mais vistos na televisão portuguesa, 17 foram de futebol. Temos outras modalidades, como o râguebi e o que nos levou a entrar nesta modalidade, foi não só a partilha de valores com os adeptos. O momento do hino dos lobos podia muito bem ser o filme da marca. É muito intenso, fortes emoções e temos esse campo de valores. Gostamos de sentir que estamos a apoiar um projeto importante para o desporto
RECORD - A intenção de "despertar emoções" pode ser mais explicitada?
RUI FREIRE - A emoção não se descreve, sente-se. Há duas hipóteses: ou comunicamos futebol ou os valores da marca. E faz parte do posicionamento da marca, este despertar de emoções. "Ajudamos-te a intensificar os teus momentos de emoção, partilha com os teus amigos". Temos uma assinatura na marca mãe que é o sabor autêntico e aqui escolhemos essa assinatura de campanha: "a patrocinar as coisas mais autênticas da vida"
RUI FREIRE - Abrimos um concurso e a Caldas Naya foi selecionada pois foi a que apresentou a melhor proposta. O facto de ser a empresa que coordena a comunicação do Barcelona é ainda mais positivo pois se há clube que apela ao coração dos adeptos é o Barça. É uma boa ajuda, quer comunicar com o adepto português.
RUI FREIRE - Gostaríamos mas no fundo também não é esse o nosso papel. Não somos uma instituição de utilidade pública nem de beneficiência. A nossa preocupação é sempre ter um nível de investimento que permita valorizar as nossas marcas e que garanta níveis de retorno aos nossos acionistas.
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